A humanidade conquistou a palavra como principal forma de comunicação, a palavra falada, o código de um agrupamento de indivíduos, conquistou também a possibilidade de não mais guerrear com armas ou violência física. Mas, infelizmente não é o que acontece.
Continuamos acreditando que em certas ocasiões o melhor é bater, xingar, humilhar, mesmo que sejam pessoas queridas e até mesmo indefesas como as crianças.
O que será que reforça este comportamento uma vez que notamos não ser privilegio de analfabetos ou menos eruditos. Alguns leitores vão lembrar do jargão " Freud explica", explica mesmo o comportamento, mas não impede a briga. No momento em que a adrenalina é lançada no sangue, só reza brava ou um cataclismo para mudar o "rumo da prosa".
Venho afirmar apenas que brigar é muito brega, animaliza as pessoas, o suor é desagradável (ação da adrenalina?), a expressão facial não é bonita e os gritos e desaforos quando esquecidos demoram muito, não é raro perder o sono, o apetite, uma amizade ou um amor como consequência da breguice da briga...
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